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A Nintendo está intimidando novamente

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Este vídeo foi tendência na Papua-Nova Guiné, na Porto Rico e na Estados Unidos

O vídeo começa com o criador expressando frustração pelo fato de a Nintendo ter mais uma vez recorrido a uma enforcement agressiva de direitos autorais, um padrão que rendeu à empresa uma reputação por ações enérgicas. Esta última onda foi provocada por vazamentos precoces de 'The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom'; a Nintendo enviou notificações DMCA contra servidores do Discord, exigiu informações de usuários através de intimações e emitiu strikes contra qualquer canal ou feed social que compartilhasse até mesmo capturas de tela de baixa resolução do livro de arte vazado. O comentarista observa que, embora a Nintendo esteja tecnicamente dentro dos seus direitos legais de proteger a propriedade intelectual, sua abordagem de tolerância zero pune comunidades inteiras em vez de atingir o punhado de vazadores diretamente responsáveis.

O vídeo então coloca a atual repressão em um contexto histórico, lembrando os espectadores de incidentes anteriores: o fechamento de torneios de Super Smash Bros. que usavam netcode não-Nintendo, a remoção de centenas de jogos feitos por fãs, como AM2R, as remoções em massa de uploads de músicas da Nintendo no YouTube, e cartas de cessar e desistir enviadas para sites de hospedagem de ROMs. De acordo com o criador, essas ações refletem uma cultura corporativa que vê qualquer projeto conduzido por fãs como uma ameaça em vez de marketing gratuito, mesmo quando esses projetos são não comerciais, transformativos ou existem em áreas cinzas legais geralmente toleradas por outros publishers.

A atenção se volta para emulação. Embora emuladores como Yuzu e Dolphin sejam legais quando usados com dumps de jogos obtidos legalmente, a Nintendo frequentemente confunde emulação com pirataria. A influência da empresa recentemente fez com que a Valve suspendesse o lançamento planejado do Dolphin no Steam, reforçando a percepção de que a Nintendo prefere bloquear toda uma tecnologia de preservação do que aceitar a possibilidade de que alguns usuários possam explorá-la. O vídeo enfatiza que nenhum tribunal já derrubou a legalidade básica dos emuladores; a Nintendo simplesmente se apoia no efeito intimidatório das ameaças legais.

Em seguida, o criador argumenta que a estratégia da Nintendo pode acabar se voltando contra ela. Ao alienar os fãs essenciais—aqueles que organizam torneios, criam mods, remixam músicas e mantêm títulos clássicos vivos através da emulação— a Nintendo corre o risco de erodir o entusiasmo orgânico que impulsiona a lealdade à marca a longo prazo. O dano às relações públicas, ele afirma, supera qualquer perda nominal decorrente de algumas imagens vazadas ou de um download pirata isolado, especialmente quando vazamentos muitas vezes aumentam a expectativa antes do lançamento.

O vídeo conclui com um apelo por uma abordagem mais equilibrada. Em vez de 'intimidação', a Nintendo poderia emitir diretrizes comunitárias esclarecendo o que é e o que não é aceitável, dar aviso prévio antes de strikes, e até mesmo colaborar com os modders da forma como outros publishers fazem atualmente. Até lá, o criador adverte que os fãs devem se preparar para continuar enfrentando removals DMCA e que cada novo lançamento da Nintendo pode trazer mais uma rodada de ataques legais contra as próprias comunidades que ajudaram a tornar a empresa icônica

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